UniCEUB/Cartão BRB/Brasília e a síndrome do “Segundo Tempo”

25-03-2016 UniCEUB x Rio Claro - FOTO- Brito Júnior-8218

É inegável que o time do UniCEUB/Cartão BRB/Brasília cresceu com a efetivação de Bruno Saviagni como técnico da equipe. Desde que assumiu o comando do time, os brasilienses venceram 14 dos 18 jogos disputados, inclusive contra equipes fortes, como o Flamengo e Paulistano, que ocupam as duas primeiras posições da tabela. No entanto, também é inegável que o time parece sofrer de uma “Síndrome de Segundo Tempo”. E aconteceu de novo, contra o Rio Claro, na última rodada.

O UniCEUB/Cartão BRB/Brasília foi para os vestiários durante o intervalo com uma vantagem de 12 pontos. Novamente, Guilherme Giovanonni, Ronald e Deryk Ramos comandavam o time. Giovanonni, inclusive, era o cestinha da equipe e da partida, com 15 pontos, junto com Gui Deodato, do Rio Claro. O time chegou a aumentar a vantagem no fim do terceiro quarto, quando vencia por 55×42. O placar ficou inalterado até os primeiros três minutos do período, quando Pastor, do Rio Claro, anotou mais dois pontos.

Faltando 6:55min para o fim da partida, os brasilienses chegaram a 59 pontos e só voltaram a marcar quando faltavam 3:58min, com Giovanonni anotando uma cesta de três. Essa falha no ataque custou caro. O Rio Claro dominou a partida, e impediu o UniCEUB/Cartão BRB/Brasília de marcar nos últimos dois minutos da partida. Faltando meio segundo para o fim, o time paulista virou o jogo, numa belíssima jogada de Eric Tatu.

Mesmo nas vitórias, a torcida assiste a uma espécie de “apagão” no segundo tempo. Os adversários encostam no placar, deixando apreensivos os torcedores que comparecem no ginásio da Asceb. Bruno Saviagni precisa trabalhar para evitar essa “Síndrome do Segundo Tempo”, que já cobrou o preço e custou o lugar do time no G4. Em jogos eliminatórios, a equipe não pode simplesmente assistir a reação dos adversários. Ou, quando perceber, terá sido tarde e o campeonato já vai ter acabado.

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